JANEIRO / 2026
JANEIRO / 2026
JANEIRO / 2026
DEZEMBRO / 2025
DEZEMBRO / 2025
DEZEMBRO / 2025
O que é que tem tomar uma
Gravata é pra entender granfino
O que é que tem ficar numa cresci e já não sou mais menino
Eu já vi o sol nascer
Mas vou deixar escurecer
Eu gosto mesmo é da lua
E a noite pode ser minha e sua
O que é que tem tomar uma
Gravata é pra entender granfino
O que é que tem ficar numa cresci e já não sou mais menino
Eu já vivi um bocado
Mesmo assim não quero ficar parado
Mas se você quer me ter
Agite antes de me beber
O que é que tem tomar uma
Gravata é pra entender granfino
O que é que tem ficar numa cresci e já não sou mais menino
A noite é uma criança
Mas as crianças não podem frequentar
Pois vão ver os adultos; fumando, bebendo, ficando, beijando e bla bla bla
Eu já vivi um bocado
Mesmo assim não quero ficar parado
Mas se você quer me ter
Agite antes de me beber
O que é que tem tomar uma
Gravata é pra entender granfino
O que é que tem ficar numa cresci e já não sou mais menino
Composição: Roberto Viana
O que é que tem tomar uma
Gravata é pra entender granfino
O que é que tem ficar numa cresci e já não sou mais menino
Eu já vi o sol nascer
Mas vou deixar escurecer
Eu gosto mesmo é da lua
E a noite pode ser minha e sua
O que é que tem tomar uma
Gravata é pra entender granfino
O que é que tem ficar numa cresci e já não sou mais menino
Eu já vivi um bocado
Mesmo assim não quero ficar parado
Mas se você quer me ter
Agite antes de me beber
O que é que tem tomar uma
Gravata é pra entender granfino
O que é que tem ficar numa cresci e já não sou mais menino
A noite é uma criança
Mas as crianças não podem frequentar
Pois vão ver os adultos; fumando, bebendo, ficando, beijando e bla bla bla
Eu já vivi um bocado
Mesmo assim não quero ficar parado
Mas se você quer me ter
Agite antes de me beber
O que é que tem tomar uma
Gravata é pra entender granfino
O que é que tem ficar numa cresci e já não sou mais menino
Composição: Roberto Viana
O que é que tem tomar uma
Gravata é pra entender granfino
O que é que tem ficar numa cresci e já não sou mais menino
Eu já vi o sol nascer
Mas vou deixar escurecer
Eu gosto mesmo é da lua
E a noite pode ser minha e sua
O que é que tem tomar uma
Gravata é pra entender granfino
O que é que tem ficar numa cresci e já não sou mais menino
Eu já vivi um bocado
Mesmo assim não quero ficar parado
Mas se você quer me ter
Agite antes de me beber
O que é que tem tomar uma
Gravata é pra entender granfino
O que é que tem ficar numa cresci e já não sou mais menino
A noite é uma criança
Mas as crianças não podem frequentar
Pois vão ver os adultos; fumando, bebendo, ficando, beijando e bla bla bla
Eu já vivi um bocado
Mesmo assim não quero ficar parado
Mas se você quer me ter
Agite antes de me beber
O que é que tem tomar uma
Gravata é pra entender granfino
O que é que tem ficar numa cresci e já não sou mais menino
Composição: Roberto Viana
Meu amor, o que você fala não tem cor de sonho
Me deixa confuso
E eu sei que é sem querer
Mas não se diz nada apenas por dizer
Meu amor, seu sorriso me deixa assustado
Tenha cuidado com a minha solidão
Posso até te matar com um beijo na boca
Meu amor, o que você fala não tem cor de sonho
Me deixa confuso
E eu sei que é sem querer
Mas não se diz nada apenas por dizer
Meu amor, seu sorriso me deixa assustado
Tenha cuidado com a minha solidão
Posso até te matar com um beijo na boca
Meu amor, não, não pense que eu
sou remédio pra sua dor
Que eu também passo noites sem dormir
Eu também estou sempre querendo fugir
Composição: Mona Gadelha
Meu amor, o que você fala não tem cor de sonho
Me deixa confuso
E eu sei que é sem querer
Mas não se diz nada apenas por dizer
Meu amor, seu sorriso me deixa assustado
Tenha cuidado com a minha solidão
Posso até te matar com um beijo na boca
Meu amor, o que você fala não tem cor de sonho
Me deixa confuso
E eu sei que é sem querer
Mas não se diz nada apenas por dizer
Meu amor, seu sorriso me deixa assustado
Tenha cuidado com a minha solidão
Posso até te matar com um beijo na boca
Meu amor, não, não pense que eu
sou remédio pra sua dor
Que eu também passo noites sem dormir
Eu também estou sempre querendo fugir
Composição: Mona Gadelha
Meu amor, o que você fala não tem cor de sonho
Me deixa confuso
E eu sei que é sem querer
Mas não se diz nada apenas por dizer
Meu amor, seu sorriso me deixa assustado
Tenha cuidado com a minha solidão
Posso até te matar com um beijo na boca
Meu amor, o que você fala não tem cor de sonho
Me deixa confuso
E eu sei que é sem querer
Mas não se diz nada apenas por dizer
Meu amor, seu sorriso me deixa assustado
Tenha cuidado com a minha solidão
Posso até te matar com um beijo na boca
Meu amor, não, não pense que eu
sou remédio pra sua dor
Que eu também passo noites sem dormir
Eu também estou sempre querendo fugir
Composição: Mona Gadelha
Nascido pela Ingazeiras
Criado no ôco do mundo
Meus sonhos batendo ladeiras
Varando cancelas
Abrindo porteiras
Sem ter o espanto da morte
Nem do ronco do trovão
O sul, a sorte, a estrada me seduz
É ouro, é pó, é ouro em pó que reluz
É ouro em pó, é ouro em pó, é ouro em pó que reluz
O sul, a sorte, a estrada me seduz
Composição: Ednardo
Nascido pela Ingazeiras
Criado no ôco do mundo
Meus sonhos batendo ladeiras
Varando cancelas
Abrindo porteiras
Sem ter o espanto da morte
Nem do ronco do trovão
O sul, a sorte, a estrada me seduz
É ouro, é pó, é ouro em pó que reluz
É ouro em pó, é ouro em pó, é ouro em pó que reluz
O sul, a sorte, a estrada me seduz
Composição: Ednardo
Nascido pela Ingazeiras
Criado no ôco do mundo
Meus sonhos batendo ladeiras
Varando cancelas
Abrindo porteiras
Sem ter o espanto da morte
Nem do ronco do trovão
O sul, a sorte, a estrada me seduz
É ouro, é pó, é ouro em pó que reluz
É ouro em pó, é ouro em pó, é ouro em pó que reluz
O sul, a sorte, a estrada me seduz
Composição: Ednardo
Eu sempre faço o jogo aberto
Eu toco no assunto sou de entrar
Assino meu convite
Eu já não sei seu endereço
E acho que desapareço quando chego perto
Teu nome eu já risquei na rua
E sei até com quem você sai
Mesmo assim me perco no caminho certo
Suando pelo avesso quando chego perto
Nem sei dizer como fiquei sem falar
Mais uma vez eu ando de bar em bar
Quero só saber se você vai me notar
Composição: Chico Pio / Joaquim Ernesto
Eu sempre faço o jogo aberto
Eu toco no assunto sou de entrar
Assino meu convite
Eu já não sei seu endereço
E acho que desapareço quando chego perto
Teu nome eu já risquei na rua
E sei até com quem você sai
Mesmo assim me perco no caminho certo
Suando pelo avesso quando chego perto
Nem sei dizer como fiquei sem falar
Mais uma vez eu ando de bar em bar
Quero só saber se você vai me notar
Composição: Chico Pio / Joaquim Ernesto
Eu sempre faço o jogo aberto
Eu toco no assunto sou de entrar
Assino meu convite
Eu já não sei seu endereço
E acho que desapareço quando chego perto
Teu nome eu já risquei na rua
E sei até com quem você sai
Mesmo assim me perco no caminho certo
Suando pelo avesso quando chego perto
Nem sei dizer como fiquei sem falar
Mais uma vez eu ando de bar em bar
Quero só saber se você vai me notar
Composição: Chico Pio / Joaquim Ernesto
A música faz do sorriso melodia
Da alegria faz poesia
Da tristeza faz melancolia
Eterniza uma paixão em um simples refrão
A música faz do olhar uma harmonia
Na nota Music nasce o dia
Seja na alegria ou na tristeza
Cantar é mais que uma beleza
Que nasce de dentro do ser
Cantar é respirar, cantar é viver (2x)
E faz ouvido ter coração
É esse o Poder da Canção
E faz ouvido ter coração
É esse o Poder da Canção
A música faz do olhar uma harmonia
Na nota Music nasce o dia
Seja na alegria ou na tristeza
Cantar é mais que uma beleza
Que nasce de dentro do ser
Cantar é respirar, cantar é viver (2x)
E faz ouvido ter coração
É esse o Poder da Canção
E faz ouvido ter coração
É esse o Poder da Canção
Composição: Roberto Viana
A música faz do sorriso melodia
Da alegria faz poesia
Da tristeza faz melancolia
Eterniza uma paixão em um simples refrão
A música faz do olhar uma harmonia
Na nota Music nasce o dia
Seja na alegria ou na tristeza
Cantar é mais que uma beleza
Que nasce de dentro do ser
Cantar é respirar, cantar é viver (2x)
E faz ouvido ter coração
É esse o Poder da Canção
E faz ouvido ter coração
É esse o Poder da Canção
A música faz do olhar uma harmonia
Na nota Music nasce o dia
Seja na alegria ou na tristeza
Cantar é mais que uma beleza
Que nasce de dentro do ser
Cantar é respirar, cantar é viver (2x)
E faz ouvido ter coração
É esse o Poder da Canção
E faz ouvido ter coração
É esse o Poder da Canção
Composição: Roberto Viana
A música faz do sorriso melodia
Da alegria faz poesia
Da tristeza faz melancolia
Eterniza uma paixão em um simples refrão
A música faz do olhar uma harmonia
Na nota Music nasce o dia
Seja na alegria ou na tristeza
Cantar é mais que uma beleza
Que nasce de dentro do ser
Cantar é respirar, cantar é viver (2x)
E faz ouvido ter coração
É esse o Poder da Canção
E faz ouvido ter coração
É esse o Poder da Canção
A música faz do olhar uma harmonia
Na nota Music nasce o dia
Seja na alegria ou na tristeza
Cantar é mais que uma beleza
Que nasce de dentro do ser
Cantar é respirar, cantar é viver (2x)
E faz ouvido ter coração
É esse o Poder da Canção
E faz ouvido ter coração
É esse o Poder da Canção
Composição: Roberto Viana
Na noite da cidade vejo o teu olhar...
Sentimentos e momentos em meu coração
a madrugada traz intenso o meu amor
navegando em leve sonho de liberdade,
sem medo dos mistérios do alto amar
Penso no sorriso quando te vi a primeira vez,
conto às estrelas o que na vida já passei
na solitudine feito velho pescador,
na calmaria que não cabe a pressa da dor,
vendo nos meus olhos que o amor me conquistou
Quero você pra sempre perto de mim,
insisto ao telefone que não atende,
desejo em meu colo teus abraços,
beijos ardentes no canto da boca,
sem a ilusão de viver sem ti (2x)
Ah, seu eu fosse pássaro pra voar,
tornasse luz pra te iluminar,
fizesse mágica pra te encantar,
virasse anjo pra te guardar,
calasse a boca pra te beijar!
Ah, seu eu fosse pássaro pra voar,
tornasse luz pra te iluminar,
fizesse mágica pra te encantar,
virasse anjo pra te guardar,
calasse a boca pra te beijar!
Ah, seu eu fosse pássaro pra voar,
tornasse luz pra te iluminar,
fizesse mágica pra te encantar,
virasse anjo pra te guardar,
calasse a boca pra te beijar!
Composição: Chico Pio / Totonho Laprovitera
Na noite da cidade vejo o teu olhar...
Sentimentos e momentos em meu coração
a madrugada traz intenso o meu amor
navegando em leve sonho de liberdade,
sem medo dos mistérios do alto amar
Penso no sorriso quando te vi a primeira vez,
conto às estrelas o que na vida já passei
na solitudine feito velho pescador,
na calmaria que não cabe a pressa da dor,
vendo nos meus olhos que o amor me conquistou
Quero você pra sempre perto de mim,
insisto ao telefone que não atende,
desejo em meu colo teus abraços,
beijos ardentes no canto da boca,
sem a ilusão de viver sem ti (2x)
Ah, seu eu fosse pássaro pra voar,
tornasse luz pra te iluminar,
fizesse mágica pra te encantar,
virasse anjo pra te guardar,
calasse a boca pra te beijar!
Ah, seu eu fosse pássaro pra voar,
tornasse luz pra te iluminar,
fizesse mágica pra te encantar,
virasse anjo pra te guardar,
calasse a boca pra te beijar!
Ah, seu eu fosse pássaro pra voar,
tornasse luz pra te iluminar,
fizesse mágica pra te encantar,
virasse anjo pra te guardar,
calasse a boca pra te beijar!
Composição: Chico Pio / Totonho Laprovitera
Na noite da cidade vejo o teu olhar...
Sentimentos e momentos em meu coração
a madrugada traz intenso o meu amor
navegando em leve sonho de liberdade,
sem medo dos mistérios do alto amar
Penso no sorriso quando te vi a primeira vez,
conto às estrelas o que na vida já passei
na solitudine feito velho pescador,
na calmaria que não cabe a pressa da dor,
vendo nos meus olhos que o amor me conquistou
Quero você pra sempre perto de mim,
insisto ao telefone que não atende,
desejo em meu colo teus abraços,
beijos ardentes no canto da boca,
sem a ilusão de viver sem ti (2x)
Ah, seu eu fosse pássaro pra voar,
tornasse luz pra te iluminar,
fizesse mágica pra te encantar,
virasse anjo pra te guardar,
calasse a boca pra te beijar!
Ah, seu eu fosse pássaro pra voar,
tornasse luz pra te iluminar,
fizesse mágica pra te encantar,
virasse anjo pra te guardar,
calasse a boca pra te beijar!
Ah, seu eu fosse pássaro pra voar,
tornasse luz pra te iluminar,
fizesse mágica pra te encantar,
virasse anjo pra te guardar,
calasse a boca pra te beijar!
Composição: Chico Pio / Totonho Laprovitera
Tanto amor eu tenho pra te dar
E a flor do jardim eu quis roubar
Pra você que também roubou de mim
O meu querer tu eis a flor do meu jardim
E o meu mar que deságua em você
De prazer, de vontade de te ter
E o céu que cai sobre esse chão
Cai estrela, lua e o sol
Por que eis constelação
Tanto amor eu tenho pra te dar
E a flor do jardim eu quis roubar
Pra você que também roubou de mim
O meu querer tu eis a flor do meu jardim
E o meu mar que deságua em você
De prazer, de vontade de te ter
E o céu que cai sobre esse chão
Cai estrela, lua e o sol
Por que eis constelação
E o meu mar que deságua em você
De prazer, de vontade de te ter
E o céu que cai sobre esse chão
Cai estrela, lua e o sol
Por que eis constelação
Composição: Roberto Viana
Tanto amor eu tenho pra te dar
E a flor do jardim eu quis roubar
Pra você que também roubou de mim
O meu querer tu eis a flor do meu jardim
E o meu mar que deságua em você
De prazer, de vontade de te ter
E o céu que cai sobre esse chão
Cai estrela, lua e o sol
Por que eis constelação
Tanto amor eu tenho pra te dar
E a flor do jardim eu quis roubar
Pra você que também roubou de mim
O meu querer tu eis a flor do meu jardim
E o meu mar que deságua em você
De prazer, de vontade de te ter
E o céu que cai sobre esse chão
Cai estrela, lua e o sol
Por que eis constelação
E o meu mar que deságua em você
De prazer, de vontade de te ter
E o céu que cai sobre esse chão
Cai estrela, lua e o sol
Por que eis constelação
Composição: Roberto Viana
Tanto amor eu tenho pra te dar
E a flor do jardim eu quis roubar
Pra você que também roubou de mim
O meu querer tu eis a flor do meu jardim
E o meu mar que deságua em você
De prazer, de vontade de te ter
E o céu que cai sobre esse chão
Cai estrela, lua e o sol
Por que eis constelação
Tanto amor eu tenho pra te dar
E a flor do jardim eu quis roubar
Pra você que também roubou de mim
O meu querer tu eis a flor do meu jardim
E o meu mar que deságua em você
De prazer, de vontade de te ter
E o céu que cai sobre esse chão
Cai estrela, lua e o sol
Por que eis constelação
E o meu mar que deságua em você
De prazer, de vontade de te ter
E o céu que cai sobre esse chão
Cai estrela, lua e o sol
Por que eis constelação
Composição: Roberto Viana
Nenhuma ave noturna
Tão triste não pode ser
Eu sou igual ao deserto
Onde ninguém quer viver
Eu sou a pedra de ponta
Areia quente nos dedos
Eu sou chocalho de cobra
Incêndio no arvoredo
Eu sou vereda de espinhos
Seca flor no Juazeiro
Fogueira do meio dia
Eu sou o tiro certeiro (3x)
Nenhuma ave deserta
Noturna não pode ser
Eu sou igual ou tão triste
Onde ninguém quer viver
Eu sou a pedra de ponta
Areia quente nos dedos
Eu sou chocalho de cobra
Incêndio no arvoredo
Eu sou vereda de espinhos
Seca flor no Juazeiro
Fogueira do meio dia
Eu sou o tiro certeiro (3x)
Composição: Cacá Diegues / Raimundo Fagner
Nenhuma ave noturna
Tão triste não pode ser
Eu sou igual ao deserto
Onde ninguém quer viver
Eu sou a pedra de ponta
Areia quente nos dedos
Eu sou chocalho de cobra
Incêndio no arvoredo
Eu sou vereda de espinhos
Seca flor no Juazeiro
Fogueira do meio dia
Eu sou o tiro certeiro (3x)
Nenhuma ave deserta
Noturna não pode ser
Eu sou igual ou tão triste
Onde ninguém quer viver
Eu sou a pedra de ponta
Areia quente nos dedos
Eu sou chocalho de cobra
Incêndio no arvoredo
Eu sou vereda de espinhos
Seca flor no Juazeiro
Fogueira do meio dia
Eu sou o tiro certeiro (3x)
Composição: Cacá Diegues / Raimundo Fagner
Nenhuma ave noturna
Tão triste não pode ser
Eu sou igual ao deserto
Onde ninguém quer viver
Eu sou a pedra de ponta
Areia quente nos dedos
Eu sou chocalho de cobra
Incêndio no arvoredo
Eu sou vereda de espinhos
Seca flor no Juazeiro
Fogueira do meio dia
Eu sou o tiro certeiro (3x)
Nenhuma ave deserta
Noturna não pode ser
Eu sou igual ou tão triste
Onde ninguém quer viver
Eu sou a pedra de ponta
Areia quente nos dedos
Eu sou chocalho de cobra
Incêndio no arvoredo
Eu sou vereda de espinhos
Seca flor no Juazeiro
Fogueira do meio dia
Eu sou o tiro certeiro (3x)
Composição: Cacá Diegues / Raimundo Fagner
Sorrir de olhos abertos ou só com os olhos
Sorrir pra chorar, pra lembrar que a vida não é só
Sorrir pra deixar, pra pedir pra ficar
Sorrir pra esquecer e poder
Florecer no nascer do sol
Um sorrir pôr do sol com você
E quando ficar ruim
Sorrir, só rir
Sorrir de olhos abertos ou só com os olhos
Sorrir pra chorar, pra lembrar que a vida não é só
Sorrir pra deixar, pra pedir pra ficar
Sorrir pra esquecer e poder
Florecer no nascer do sol
Um sorrir pôr do sol com você
E quando ficar ruim
Sorrir, só rir (2x)
Composição: Roberto Viana
Sorrir de olhos abertos ou só com os olhos
Sorrir pra chorar, pra lembrar que a vida não é só
Sorrir pra deixar, pra pedir pra ficar
Sorrir pra esquecer e poder
Florecer no nascer do sol
Um sorrir pôr do sol com você
E quando ficar ruim
Sorrir, só rir
Sorrir de olhos abertos ou só com os olhos
Sorrir pra chorar, pra lembrar que a vida não é só
Sorrir pra deixar, pra pedir pra ficar
Sorrir pra esquecer e poder
Florecer no nascer do sol
Um sorrir pôr do sol com você
E quando ficar ruim
Sorrir, só rir (2x)
Composição: Roberto Viana
Sorrir de olhos abertos ou só com os olhos
Sorrir pra chorar, pra lembrar que a vida não é só
Sorrir pra deixar, pra pedir pra ficar
Sorrir pra esquecer e poder
Florecer no nascer do sol
Um sorrir pôr do sol com você
E quando ficar ruim
Sorrir, só rir
Sorrir de olhos abertos ou só com os olhos
Sorrir pra chorar, pra lembrar que a vida não é só
Sorrir pra deixar, pra pedir pra ficar
Sorrir pra esquecer e poder
Florecer no nascer do sol
Um sorrir pôr do sol com você
E quando ficar ruim
Sorrir, só rir (2x)
Composição: Roberto Viana
Sei escrever o teu nome
Na ponta fina do lápis
Mas não vou repetir
O que tu já sabes
Meus olhos são labaredas avermelhadas e tristes
Dentro do corpo cansado a paixão resiste
Esta paixão violenta que dilacera minh'alma
Este medo anestesia e mata a minha calma (2x)
Terra a terra, Chão a chão
Retumbante, coração
Terra a terra, Chão a chão
Retumbante, coração
La luz en la liberda
En el nuevo mundo mi vida
La esperanza e el amor mi tierra querida
La luz en la liberda
En el nuevo mundo mi vida
La esperanza e el amor mi tierra querida
Terra a terra, Chão a chão
Retumbante, coração
Terra a terra, Chão a chão
Retumbante, coração
Composição: Clodor / Rodger Rogério
Sei escrever o teu nome
Na ponta fina do lápis
Mas não vou repetir
O que tu já sabes
Meus olhos são labaredas avermelhadas e tristes
Dentro do corpo cansado a paixão resiste
Esta paixão violenta que dilacera minh'alma
Este medo anestesia e mata a minha calma (2x)
Terra a terra, Chão a chão
Retumbante, coração
Terra a terra, Chão a chão
Retumbante, coração
La luz en la liberda
En el nuevo mundo mi vida
La esperanza e el amor mi tierra querida
La luz en la liberda
En el nuevo mundo mi vida
La esperanza e el amor mi tierra querida
Terra a terra, Chão a chão
Retumbante, coração
Terra a terra, Chão a chão
Retumbante, coração
Composição: Clodor / Rodger Rogério
Sei escrever o teu nome
Na ponta fina do lápis
Mas não vou repetir
O que tu já sabes
Meus olhos são labaredas avermelhadas e tristes
Dentro do corpo cansado a paixão resiste
Esta paixão violenta que dilacera minh'alma
Este medo anestesia e mata a minha calma (2x)
Terra a terra, Chão a chão
Retumbante, coração
Terra a terra, Chão a chão
Retumbante, coração
La luz en la liberda
En el nuevo mundo mi vida
La esperanza e el amor mi tierra querida
La luz en la liberda
En el nuevo mundo mi vida
La esperanza e el amor mi tierra querida
Terra a terra, Chão a chão
Retumbante, coração
Terra a terra, Chão a chão
Retumbante, coração
Composição: Clodor / Rodger Rogério
ROBERTO VIANA
ROBERTO VIANA
ROBERTO VIANA
É daqueles artistas que não foram planejados, mas vividos. Natural do Ceará, carrega na alma a espontaneidade das ruas de Fortaleza, a força criativa da cultura nordestina e a sensibilidade de quem encontra na arte, especialmente na música, um caminho inevitável, quase vocacional. Ele se reconhece na diversidade dos seus próprios passos: cantor, compositor e ser criativo. Um artista completo que transita entre linguagens com a leveza de quem sabe que a arte é sua casa.
Em 2025, Roberto lança o álbum “O que é que tem?”, um trabalho autoral e afetivo que reafirma suas raízes e homenageia a música cearense. O projeto é composto por canções próprias e releituras de artistas locais, resultando em um álbum que fala sobre liberdade, identidade e pertencimento. A faixa-título carrega o espírito da obra: “O que é que tem?” é uma afirmação do direito de ser e viver com autenticidade.
Além do trabalho artístico, Roberto também se posiciona como uma voz ativa na defesa da cultura, educação, juventude e igualdade social. Seu olhar político surge da inquietação com as desigualdades e da crença no poder transformador da arte. Pretende ampliar sua atuação pública nos próximos anos, sem abrir mão da leveza, do acolhimento e da ousadia que caracterizam sua presença.
Seu lema, “Sonhos não envelhecem e o novo sempre vem”, sintetiza sua visão de mundo e seu compromisso com a criação artística: renovadora, acessível e profundamente enraizada na cultura brasileira.
É daqueles artistas que não foram planejados, mas vividos. Natural do Ceará, carrega na alma a espontaneidade das ruas de Fortaleza, a força criativa da cultura nordestina e a sensibilidade de quem encontra na arte, especialmente na música, um caminho inevitável, quase vocacional. Ele se reconhece na diversidade dos seus próprios passos: cantor, compositor e ser criativo. Um artista completo que transita entre linguagens com a leveza de quem sabe que a arte é sua casa.
Em 2025, Roberto lança o álbum “O que é que tem?”, um trabalho autoral e afetivo que reafirma suas raízes e homenageia a música cearense. O projeto é composto por canções próprias e releituras de artistas locais, resultando em um álbum que fala sobre liberdade, identidade e pertencimento. A faixa-título carrega o espírito da obra: “O que é que tem?” é uma afirmação do direito de ser e viver com autenticidade.
Além do trabalho artístico, Roberto também se posiciona como uma voz ativa na defesa da cultura, educação, juventude e igualdade social. Seu olhar político surge da inquietação com as desigualdades e da crença no poder transformador da arte. Pretende ampliar sua atuação pública nos próximos anos, sem abrir mão da leveza, do acolhimento e da ousadia que caracterizam sua presença.
Seu lema, “Sonhos não envelhecem e o novo sempre vem”, sintetiza sua visão de mundo e seu compromisso com a criação artística: renovadora, acessível e profundamente enraizada na cultura brasileira.
É daqueles artistas que não foram planejados, mas vividos. Natural do Ceará, carrega na alma a espontaneidade das ruas de Fortaleza, a força criativa da cultura nordestina e a sensibilidade de quem encontra na arte, especialmente na música, um caminho inevitável, quase vocacional. Ele se reconhece na diversidade dos seus próprios passos: cantor, compositor e ser criativo. Um artista completo que transita entre linguagens com a leveza de quem sabe que a arte é sua casa.
Em 2025, Roberto lança o álbum “O que é que tem?”, um trabalho autoral e afetivo que reafirma suas raízes e homenageia a música cearense. O projeto é composto por canções próprias e releituras de artistas locais, resultando em um álbum que fala sobre liberdade, identidade e pertencimento. A faixa-título carrega o espírito da obra: “O que é que tem?” é uma afirmação do direito de ser e viver com autenticidade.
Além do trabalho artístico, Roberto também se posiciona como uma voz ativa na defesa da cultura, educação, juventude e igualdade social. Seu olhar político surge da inquietação com as desigualdades e da crença no poder transformador da arte. Pretende ampliar sua atuação pública nos próximos anos, sem abrir mão da leveza, do acolhimento e da ousadia que caracterizam sua presença.
Seu lema, “Sonhos não envelhecem e o novo sempre vem”, sintetiza sua visão de mundo e seu compromisso com a criação artística: renovadora, acessível e profundamente enraizada na cultura brasileira.
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